PERIGO REAL E IMEDIATO


Por Ialdo Belo

Não estamos sós. Esta frase repetida à exaustão pelos ufologistas ganha hoje um novo significado visto que na Terra nós também convivemos com o desconhecido.

O novo Coronavírus, apesar de não ser tão letal como chegou a se pensar, está afetando o mundo inteiro a partir do seu país mais populoso, a China.

As restrições nas importações, exportações, tráfego e outros estão tendo efeito não só no dia-a-dia dos chineses, mas em todo o planeta.

E quando se fala em planeta é impossível não pensar na Fórmula 1 e seu alcance mundial.

Ontem, 05/02, a F1 se reuniu para avaliar a situação visto que a prova da China é uma das primeiras do calendário. O que foi decidido e posteriormente comunicado por Ross Brown segue abaixo:

a) a F1 quer estar na China na data originalmente programada, portanto, caberá às autoridades chinesas liberar ou não a realização do GP;

b) por uma questão de logística, o navio contendo o frete marítimo partirá esta semana rumo a Shanghai. Foi decidido que é mais fácil desviá-lo da rota do que não enviar dentro do prazo;

c) a parte aérea deverá ser definida em, no máximo, duas semanas por motivos óbvios: hospedagem, alimentação, translados, etc...;

d) caso o governo chinês opte por não liberar o evento, uma outra data poderá ser escolhida. O problema é que isso só seria possível em dezembro e aí entram em jogo os interesses das equipes, que poderão recusar.

Na minha opinião, será difícil a realização. É muito pouco tempo e os estudos sobre a doença ainda estão em fase inicial, não existe uma vacina e duvido que se consiga uma dentro de duas semanas.

Uma alternativa levantada seria a troca de datas com a Rússia, que teria recusado. De acordo com Brown, entretanto, isso foi apenas um boato.

Além da China, o Vietnã também pode estar ameaçado pela sua proximidade com o país fronteiriço e de datas, mas isso ainda não foi definido. No momento é um passo de cada vez.

Vamos acompanhar.





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