terça-feira, 8 de abril de 2014

MEMBROS DA FÓRMULA 1600 RESPONDEM À ACUSAÇÕES


por Ialdo Belo

Recebemos material que nos foi enviado por um membro da F 1600 Brasil. O que segue abaixo é uma reprodução fiel do que nos foi enviado. Nenhuma palavra foi acrescentada ou retirada. O mesmo vale para as fotografias e anexos de imagens ou textos.
Diante do que será apresentado a seguir, decidimos voltar à nossa posição de neutralidade sobre o assunto e reafirmamos que nosso principal objetivo é ver o automobilismo nacional forte e unido.
Quanto ao teor, não emitiremos opinião e deixaremos que cada um dos nossos milhares de leitores tirem suas próprias conclusões.
Segue o material:

Caro Ialdo,

Encaminharam para mim algumas coisas do Sr. Zulino que comprovam que ele nunca foi o projetista da categoria e nunca foi o dono sozinho (dizem que tomou na mão grande e depois se fez de vitima para todos). Então vou tentar mostrar aqui, numa ordem cronológica.

Segundo me informaram, está tudo no próprio blog dele.

1.       Em anexo está a resposta sobre o que ele escreveu quando você publicou (arquivo anexo).








2.       Abaixo está a foto de quando começaram a montar o carro. Veja a foto de 18/07/2010. Silvio Novembre, hoje F1600.



3.       Está também em anexo o esclarecedor e-mail do Joaquim Lopes ex sócio do Zullino que tem o blog mestre JOCA (pessoa de caráter estimável).

Segue email enviado pelo Sr. Joaquim – JOCA


Caros amigos, lamento profundamente o que vem ocorrendo na Fórmula Vee e o impasse a que chegou a categoria. Até então, mesmo que informado à distância pois ainda me copiam nos comunicados entre os integrantes da categoria, me mantive longe de qualquer comentário ou crítica. Me eximi até de ir às corridas para não ter que dar explicações que me eram cobradas e não atrapalhar o andamento da categoria. Para alguns, dei sempre a desculpa de motivos particulares ou outro projetos para o meu afastamento.mas, recentemente, fui covardemente atacado no grupo do Facebook, local do qual não tenho mais acesso e me afastei há meses, portanto não poderia me defender do ataque sujo, leviano e cretino como é típico de quem o fez.. Ao mesmo tempo, o Sr. Marcelo Chamma veiculou um e-mail, a meu ver equivocado, onde, mesmo sem citar meu nome, ele demonstra pouco conhecimento como nasceu e se desenvolveu a Fórmula Vee. Inclui no seu comentário valores que teríamos recebido no decurso da administração da Fvee. Portanto, como não tenho rabo preso nem tenho medo da verdade, encaminhei ao Sr. Marcelo Chamma um e-mail onde explicito em detalhes coisas que talvez ele desconheça. Eis o teor do e-mail, que aviso a ele, seria estendido aos senhores a título de carta aberta. Obrigado a todos e me desculpem por expô-los a este tipo de vexame público.

"Boa noite, Sr Chamma,

Não costumo tratar de meus assuntos pessoais em público, muito menos tenho o hábito de trazer assuntos à baila que possam causar constrangimentos a terceiros por falta de informação mais embasada. Tenho certeza que você não domina todos os fatos que EFETIVAMENTE E VERDADEIRAMENTE ocorreram quando da criação da Fórmula Vee. A categoria foi criada por um grupo, um núcleo inicial liderado por mim e pelo Sr. Roberto Zullino. A ideia nasceu e foi fomentada no meu blog e graças à minha credibilidade no meio automobilistico foi tomando corpo. Não foi por acaso que o primeiro chassi, o 001, foi vendido para o Museu do Automobilismo Brasileiro do Sr. Paulo Trevisan, meu amigo pessoal (que nos lê em cópia) e que acreditou na categoria pelo meu nome e na amizade que nos une. O mesmo se deu quando da participação dos carros do Museu do Automobilismo no evento da pista da Pirelli, no final de 2010, carros que o sr. Paulo Trevisan não dispõe para nenhum evento.

Vamos ao chassi ao qual o Sr. Zullino se arvora de projetista. Não é verdade. Não sabíamos como fazer o carro. Tínhamos uma ideia geral do carro, mas nem a mínima ideia nem dinheiro como executá-la. O primeiro mock up que fizemos em Santa Bárbara do Oeste, com material cedido por um amigo piloto era risível. O auxilio veio através do engenheiro e projetista curitibano Edson Enriconi que, através da minha amizade, cedeu o projeto de um chassi DELE para a efetivação da categoria. A cópia do projeto está comigo até hoje, caso esteja interessado em conhecer. Mas não tínhamos dinheiro para construir o carro, mal que sempre acometeu a Formula Vee. O Sr. Silvio Novembre nos pediu uma cópia e levou para Piracicaba onde, num fim de semana com o Sr. Chico Crivellari, construiu o chassi Zero, que até hoje se encontra em poder do Zurk, construtor dos chassis até hoje.

A meu convite, o Sr. Luis Eduardo Monis juntou-se ao projeto em setembro de 2009, dedicando todo seu periodo de férias para, gratuitamente, corrigir as bobagens que fizemos no chassi ZERO e desenvolver o segundo chassi (001), assim como a carenagem, tudo bancado financeiramente pelo Sr. Zurk. Como compensação pelos gastos e pelo interesse demonstrado, instituimos o Sr. Zurk e Chico Crivellari como construtores exclusivos do chassi denominado Naja, nome criado pelo Sr. Monis. Portanto, se houve um autor desse chassi foi o Sr. Eduardo Monis e não o Sr. Roberto Zullino que registrou o chassi em cartório a fim de cobrar royaltes, estipulados em 15% sobre o valor do kit, à época estipulado em 8.800 reais. A justificativa era que isso serviria para um fundo de caixa da criada Formula Vee Brasil Eventos, da qual tenho uma side letter que me reconhece os direitos de 30%. sobre a sociedade, muito embora nunca tive acesso ás contas ou contabilidade dessa empresa.

Mais uma vez afirmo, através da MINHA CREDIBILIDADE no meio e à compra do chassi número um pelo Paulo Trevisan, deu-se início à venda e produção seriada dos Fórmula Vee.. Mais ainda: fui eu que fui, em companhia do Eduardo Cardim, na FASP para tratar da primeira reunião para regulamentação da categoria e homologação do chassi. Sou eu o autor dos regulamentos desportivo e técnico dos dois primeiros anos, com algumas intervenções do Sr. Roberto Zullino em assuntos nos quais não domino. Tenho as cópias comigo até hoje e das comunicações via e-mail, caso haja dúvidas. Fui eu que fiz a negociação com os clubes a respeito da organização das provas e o valor das inscrições, que possibilitou a criação da Fórmula Vee. Fui eu que gastei dinheiro do meu bolso e contratei mecânicos - claro que o Sr. Zullino gastou também - e eletricista para acabar de montar o chassi #13 que nos coube por remuneração pela cessão de direitos de fabricação. Carro do qual, embora somente o Sr Zullino e eu tenhamos gasto na sua montagem e manutenção, me é garantido o direito de, no mínimo, 30%, que JAMAIS foi acertado após minha saída voluntária da Fórmula Vee.

Não vou enumerar aqui as noites e dias, as incontáveis viagens a Piracicaba dividindo despesas, a administração das repetidas crises, o eterno apagar de incêndios, o tremendo esforço que foi manter essa categoria de pé nos três primeiros anos, tendo que nos defender inclusive de gente mal intencionada que quis lançar mão da categoria. Mas, felizmente, conseguimos, a duras penas. Portanto, Sr. Chamma, como acredito que o senhor desconhecia esses fatos - assim como a maioria das pessoas envolvidas na Fórmula Vee - muito cuidado quando afirma que essa categoria é obra de um homem só. Não é! E isso documentei em meu blog em setembro de 2010 quando a categoria completou um ano, homenageando a TODOS que a fizeram.E desafio a QUALQUER UM a me desmentir sobre o que acima expus.

Vamos adiante: talvez na sua boa vontade ou querendo defender o indefensável, o senhor divulgou em e-mail aberto a membros da categoria algumas inverdades, que, mesmo não me citando nominalmente deu sub-repticiamente a entender tratar-se de minha pessoa. Como não tenho nada a esconder e minha reputação na categoria é ilibada, esclareço ao senhor. NUNCA em todo meu tempo de Fórmula Vee recebi um mísero centavo relativo aos tais "royalties" sobre o tal chassi, onde o senhor afirma que foram percebidos 30.000 reais. Os tais royalties, até onde sei, seriam para a formação do tal "fundo de caixa" ao qual nunca tive o acesso à prestação de contas, muito menos onde foram destinados esses recursos. Segundo o Sr. Roberto Zullino isso lhe  era devido por ser o "autor e projetista do chassi" (aspas minhas).

Nunca, em toda minha gestão à frente da Fórmula Vee, negociei com fornecedores, pedi vantagens ou coloquei sobrepreço em peças e/ou equipamentos ou usei oficinas de amigos ou empresas de pilotos para serviços pessoais não remunerados devido à minha condição de diretor da Fórmula Vee. Os que usei paguei o que me pediram e com dinheiro do meu bolso. Desafio a qualquer um aqui que me prove o contrário. Quanto ao recebido pelo consórcio CTC/Línea pela cessão da Fórmula Vee para o programa de incentivo que o senhor afirmou ter sido de 63.000 reais, a parte que me coube nessa história toda foi de 12.500 reais, divididas em quatro pagamentos semanais feitos pelo Sr. Roberto Zullino, acredito que descontados impostos e taxas  e a parte devida aos outro sócios. Pagamentos que aliás consta na minha declaração de Imposto de Renda. Outra renda advinda da Fórmula Vee nesses três anos foi UM pagamento de  750 reais, relativos a 50% do arrendamento do nosso carro. Se houve outras rendas não sei, nunca chegou ás minhas mãos e nem pedi esclarecimentos, nem prestação de contas, tal era minha confiança.

Aliás, agradeço ao senhor a gentileza de ter orçado quanto ficaria os serviços de um profissional independente para o desenvolvimento de um trabalho semelhante. Como, na prática, essa categoria foi tocada no seu cotidiano por mim e o senhor Roberto Zullino, creio então que 200.000 reais remuneraria, pela sua ótica, meu trabalho dos últimos três anos. Por fim, Sr. Chamma, eu me desliguei da Fórmula Vee por moto próprio por não concordar com uma série de eventos desfavoráveis à categoria e que começaram a respingar no meu nome, algo que prezo bastante, Não preciso, nem nunca precisei da Fórmula Vee para viver, aliás só gastei dinheiro nela. Mesmo assim, tive a decência de alegar publicamente assuntos de ordem pessoal e outros projetos para não levantar nenhum tipo de comentário ou insinuação desagradável a respeito da minha saída. Mantive-me afastado das provas da categoria também pelo mesmo motivo. Apesar de todo tempo ser informado dos desmandos, erros estratégicos e equívocos de toda sorte que vinham grassando na categoria após minha saída, nunca emiti a menor crítica ou juízo de valor. Se não ajudo, não critico, essa é a minha filosofia.

A respeito dos episódios lamentáveis ocorridos nos últimos dias que incorreram na crise que hoje se debate a Fórmula Vee - e pelo jeito incontornável - eu lhe afirmo, apesar de uma acusação leviana, covarde, irresponsável e, por que não dizer, cretina em um grupo do Facebook do que me afastei há tempos e não tenho acesso - não me mancomunei com ninguém, não trabalhei em surdina para gerar crises, nem muito menos tenho o hábito de agir nas sombras. Tenho princípios, Sr. Chamma, e me pauto por eles. Uma pena que uma pessoa que o senhor publicamente defende não se paute pelo mesmo.

Portanto, Sr. Chamma, como não tenho nada a esconder muito menos do que me envergonhar, torno público que sim, fui procurado pela empresa interessada em promover o tal pacote, numa SONDAGEM se havia o interesse em trabalhar como CONTRATADO ($$$$$) gerindo o Programa Road To Indy sendo o homem de ligação entre gestores da categoria, pilotos, equipes, e clubes organizadores. Ninguém falou em tomar posse de categoria nenhuma, apenas em administrar um pacote que seria benéfico para todos na Fórmula Vee. Se houve impossibilidades devido à presença do Sr. Roberto Zullino, isso foge ao meu controle e competência. Finalizando, Sr. Chamma , essa é a realidade - claro, há muito mais, mas que não vem ao caso trazer aqui. O que tinha de dizer ao Senhor Zullino eu lhe disse hoje ao telefone - e lhe adianto, não foi muito agradável aos ouvidos dele. Respeito é bom e eu gosto. E não tenho medo da verdade, Sr. Chamma, pois nada devo, ao contrário de muitos que se arvoram donos da verdade. Não é minha culpa ou de terceiros se a Fórmula Vee saiu dos trilhos por arrogância, pedantismo, postura imperial e falta de competência para administrar os eventuais conflitos na categoria, inabilidade política, falta de visão e interesses escusos alheios á categoria. E não estou me referindo ao senhor, que pouco tive contato com seu trabalho na categoria, portanto não serei leviano de fazer nenhum julgamento.

A verdade, Sr. Chamma, é que o sonho da Fórmula Vee acabou. Os motivos, inútil procurar jogar a culpa em terceiros. Outra categoria a sucederá no Paulista, não tenha dúvidas quanto a isso. Quanto ao meu ex-sócio ainda não se deu conta que ele está irremediavelmente banido do automobilismo regional., Pode tentar qualquer manobra, esbravejar, ameaçar meio mundo, espumar pela boca, como é bem o estilo dele. Inútil tentar novas categorias, economizem no tal projeto de outro carro. Aqui se faz, aqui se paga, Sr. Chamma...

Sucesso, 

Joaquim Lopes 

P.S. Este e-mail, Sr. Chamma, seguirá  como uma carta geral aos integrantes da Fórmula Vee. Como eu lhe disse, não tenho nada a esconder.


4.       O Bastos, Presidente da Federação, está com a Carta dos Pilotos e deve apresentar em breve.
5.       No blog da Formula Vee tem toda história da criação que não foi ele quem FEZ.
Quem  fabrica os carros é o ZURK (Piracicaba) ele (Zulino) na malandragem registrou o nome e fez a empresa,  quem conseguiu homologar a categoria na FASP foi o JOCA.
6.       Ele recebeu R$50.000,00 do Silvio Novembre e Marcelo Carneiro e tem nota fiscal da empresa dele Formula VEE do projeto de ICMS, enquanto ele fala que fez um favor… e que o dinheiro era ilícito.
7.       Fora a quantidade de desclassificações dos carros, confusões no campeonato, desclassificações de pilotos para favorecer outros... Enfim, um rolo atrás do outro.
8.       Errado ou não são 22 proprietários de carros que PAGARAM com o próprio dinheiro e que têm livre escolha de colocar seus carros para correrem aonde quiserem.
9.       O regulamento dele proibia que o carro, que você comprou e pagou com seu dinheiro, corresse em campeonatos ou provas que ele não organiza-se, ou seja, tem corrida de fórmula em Mato Grosso? Ele dizia que se fosse andar tirava você, que não poderia andar mais em interlagos. Enfim...
Esse material foi o pessoal da Formula 1600 que enviou.
Agora como me disseram e repasso a você: as pessoas tem livre arbítrio para acreditarem em quem quiser. São opiniões diferentes e todas são respeitadas. Nós da Formula1600 não queremos entrar nesse clima do Zulino. Ele está morrendo aos poucos... A categoria dele não tem mais esse ano de sobrevida e as equipes que lá estão infelizmente, na sua maioria, não tem dinheiro e suporte técnico. Estão tentando alugar carros toda etapa (veja no Blog)
A Fórmula 1600 quer crescer e fazer espetáculo e ser feliz Ialdo. Nós não vamos entrar em bola dividida com Zullino, simplesmente por que esse cara e nada para nós é a mesma coisa.

REPRODUÇÃO DE PÁGINA DO BLOG DA FORMULA VEE

domingo, 18 de julho de 2010

A Equipe e mais um pouco do progresso



Acima a equipe do projeto, Jayme e seu eterno entusiasmo, Luca, filho do Silvio Novembre e seguindo os passos do pai, já tendo feito cursos técnicos de mecânica ainda no colegial, Silvio Novembre, organizador de corridas de kart pela empresa Ascot Racing, antigo piloto de Formula V 1300, eu, Roberto Zullino, sempre me metendo onde não sou chamado, Norberto no telefone que é o nosso acervo técnico com sua empresa TecnoTools, referência na fabricação de peças para kart, Joaquim que dispensa apresentações, o Zurk que é dono de madeireira e fez um modelo de tanque de madeira em cinco minutos, Chico que é o dono da oficina e autor da proeza em deixar o carro montado em dois dias ainda melhorando o projeto, fez uma atracação da suspensão dianteira de maneira brilhante, fora a excelente mão de obra na execução da gaiola. O Chico já fez carros para um monte de gente famosa e ele e o Silvio são do ramo.
O chassis foi maravilhosamente feito de acordo com nossos desenhos e o Chico desenvolveu apoios do motor e câmbio reguláveis, o sonho de qualquer usuário de mecânica VW a ar. Em cinco minutos dá para levantar o conjunto cambio/motor apenas se colocando chapas entre as fixações, coisa de quem conhece.



O Silvio sentado podendo-se reparar que proprositadamente projetamos o chassis com bastante folga na dianteira, além de que a proteção lateral do piloto foi uma preocupação constante. Evidentemente, o piloto poderá escolher sentar mais na frente se tiver um tamanho menor, os pedais e a direção são reguláveis. O Silvio tem 1,82 com mais de 90 kilos e coube perfeitamente no chassis. O santo antõnio parece alto, mas o Silvio está sendado no chão e sem capacete. Assumimos uma linha saindo do santo antonio e passndo pelo apoio da direção e terminando no frente do carro.
Ainda faltam os reforços laterais e na parte de trás do santo antônio já identicados na análise de stress sendo efetuada.

Fotos: Jayme Barbarisi, arquivo pessoal
Postado por roberto zullino às 13:10 ttp://img1.blogblog.com/img/icon18_email.gif



9 comentários:

  1. Ialdo, em primeiro lugar sempre dei os créditos do chassis ao Nilton Miranda e Abrahão de Santa Bárbara do Oeste que fizeram o Mock-up financiado pelo Regis Cava e que permitiu ao primeiro desenho. Esse desenho foi modificado por mim e feito pelo Zé Clemente que já tinha feito o primeiro. Levei no Minelli e no Ferreirinha e enviei para o eng Enricone de Curitiba e todas as sugestões deles foram incorporadas.
    Tem um monte de fotos, mas quem fez mesmo o chassis acontecer foi o eng Luis Eduardo Monis que tirou 1 mês de férias no banco, o resto posou para as fotos.
    Na hora do vamos ver, no entanto, foi o meu CREA para o jogo de desenhos entregue para a Fasp homologar o carro somente para a Formula Vee e basta ler o regulamento da Formula Vee e vai ver que a empresa é responsável civil e criminalmente pelo materiais e construção do chassis. Contratualmente, o responsável civil e criminalmente sou eu, legalmente o autor. Isso ninguém quer, não? Todo mundo quer posar na foto, mas na hora de assinar cai a caneta.
    Quem é o responsável civil e criminalmente da F1600. Ninguém. O carro é homologado? Não, conforme os regulamento da Fasp o carro só é homologado para a Formula Vee.
    Desde o começo dessa história eu fui contra a dona da categoria ter fábrica de espécie alguma ou ganhar em peças. A Formula Vee jamais recebeu um centavo de venda de chassis, que sempre foram feitos e vendidos pelo Zurk, quem recebeu algum pagamento a partir do trigésimo fui eu como autor e mesmo assim não de todos A Formula Vee jamais vendeu chassis para ninguém, indicou onde comprar e o Zurk sempre foi um fabricante de nossa total confiança, basta ver a qualidade de seus produtos.
    O resto nem merece resposta, a F1600 é da Fasp, basta ler o regulamento. Ninguém pode falar por ela a não ser sua dona.
    Não me preocupo com queixas de A ou B, piloto sempre tem queixa de dono de categoria, mas fazer categoria direito que é bom não fazem a não ser aproveitando o que outros fizeram.
    Agora vamos ao que interessa? Quem tentou acabar com uma categoria de sucesso que colocou 29 carros? Uma hora tem a tal carta, outra hora não foi ninguém.
    Para mim está muito claro, quem deveria zelar pelo esporte faz uma categoria igual a uma de sucesso e usa os carros que seus próprios regulamentos proíbem. No final, ficou com dois grids magros, bela administração.
    A Formula Vee lutando contra uma categoria cuja dona é a todo poderosa Fasp, mas pelo que vemos tem outras pessoas que mandam também. Dá para explicar?

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  2. Complementando e aproveitando os itens:
    4. O Bastos, Presidente da Federação, está com a Carta dos Pilotos e deve apresentar em breve.

    Vai fazer um ano e ele não apresenta a tal Carta. Daqui a pouco a Carta apaga.

    5. No blog da Formula Vee tem toda história da criação que não foi ele quem FEZ. Quem fabrica os carros é o ZURK (Piracicaba) ele (Zulino) na malandragem registrou o nome e fez a empresa, quem conseguiu homologar a categoria na FASP foi o JOCA.

    Se no Blog da Formula Vee está escrito isso é porque EU MESMO escrevi. Jamais neguei que quem faz o carro é o Zurk, tem inúmeras fotos dele.
    Não me consta que outra pessoa que não eu tenha homologado o carro, o engenheiro sou eu e é o meu CREA. Que eu saiba o citado não é engenheiro.

    6. Ele recebeu R$50.000,00 do Silvio Novembre e Marcelo Carneiro e tem nota fiscal da empresa dele Formula VEE do projeto de ICMS, enquanto ele fala que fez um favor… e que o dinheiro era ilícito.

    Nunca falei que era ilícito, só depois vim a saber que o tal projeto de incentivo começou com 16 Formula Ford para uma escola, mas o FFord não ficou pronto e eles mudaram o projeto chamando de Super Vê e apoio a uma categoria. Eu acho esquisito, mas quem tem que dizer se está certo ou errado é a Secretaria da Fazenda e as empresas que acredito financiaram, pois os adesivos eram delas Akzo-Nobel e Vedacit.

    O aporte foi de 200 mil mais ou menos e por norma a Formula Vee sempre da 25% aos pilotos, ou seja, a Formula Vee deveria ter ficado com 150 mil e comprado os equipamentos como injeção, rodas e outros e cedido em comodato aos pilotos e todo mundo teria que pular miudinho ou devolver, não teriam essa coragem toda. A Formula Vee ingenuamente confiou nos pilotos e permitiu que os equipamentos fossem dados aos pilotos, em resumo, a Formula Vee ficou com 25% e repassou 75%. Jamais negamos que recebemos e mostramos todos os recibos de pagamento de metade a quem trouxe o negócio.

    7. Fora a quantidade de desclassificações dos carros, confusões no campeonato, desclassificações de pilotos para favorecer outros... Enfim, um rolo atrás do outro.

    Agora é muita bobagem, mereceria um processo, mas é uma absoluta sandice achar que temos poder para interferir na atuação dos Comissários Técnicos da Fasp para favorecer piloto. Tem que falar que piloto foi favorecido. Eu se fosse Comissário Técnico da Fasp processaria o autor da afirmação. Quem desclassifica são o Comissários Técnicos, a Formula Vee não pode sequer falar algo na vistoria se não for perguntada.

    8. Errado ou não são 22 proprietários de carros que PAGARAM com o próprio dinheiro e que têm livre escolha de colocar seus carros para correrem aonde quiserem.

    A Formula Vee não tem nada contra esse ou aquele, o fato é que o regulamento da Fasp diz que o carro é homologado apenas para a Formula Vee e proíbe seu uso em outra categoria. Se quiser andar como gaiola na fazenda pode ir.

    9. O regulamento dele proibia que o carro, que você comprou e pagou com seu dinheiro, corresse em campeonatos ou provas que ele não organiza-se, ou seja, tem corrida de fórmula em Mato Grosso? Ele dizia que se fosse andar tirava você, que não poderia andar mais em interlagos. Enfim...

    Toda a categoria é assim, aqui, nos USA e na Europa e está certíssimo, carro de corrida não é carro de passeio, tem que correr na categoria para a qual foi projetado. A frase é de movimento estudantil e não de automobilismo.

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    1. Fico muito triste com os acontecimentos. Tudo o que mais quero é a união das grandes cabeças pensantes do nosso automobilismo, que as divergências sejam deixadas de lado. Se todos quiserem, isso ainda poderá ser feito e é por isso que eu torço.

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  3. Ialdo Belo, adorei a matéria feita na base do Cut & Paste, fui pintado como um Satã, não fiz nada, fiquei dono de tudo, explorei meio mundo. Só que provei que não foi bem assim. Ou eu sou o Demônio ou esse povo todo é muito burro. Gostei da imagem de Satã, vou usar.
    Não entendi a manchete Responde às acusações, quem tinha que responder á a dona da categoria que é a Fasp e essa está quietinha. Nem haviam muitas acusações na matéria original, apenas a história verdadeira que sempre é a minha, tanto que precisam copiar o que eu escrevi para se explicarem.

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    1. Zullino, deixei claro que aquilo era o que me havia sido enviado, não escrevi uma palavra. Agi assim porquê havia escrito quando da matéria anterior que estaríamos disponíveis para publicar textos que viessem por parte da F1600. Quanto ao título, houve acusações sim, se são justas ou não, é outra coisa!
      A minha posição sempre foi a de união e não de ver o circo pegar fogo, tanto que diante das acusações de ambos os lados, preferi, então, partir para a neutralidade. Mas, neutralidade não significa omissão! Se você tiver algo mais à acrescentar, estaremos sempre abertos para publicar.
      Um forte abraço.

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  4. Ialdo Belo, falei o que tinha que falar por hora, pelo menos provei que sei fazer as coisas, inclusive escrever, não preciso de fazer Cut & Paste de matéria que eu mesmo escrevi. Isso já mostra o estilo não fazer nada e usar o que os outros fizeram.
    Tem uma questão legal, você aceitou de boa fé, a resposta como sendo dos donos da F1600, quero que provem que são donos de alguma coisa, a dona da F1600 e única legalmente apta a falar por ela é a Fasp que está quietinha quietinha.
    Eu tenho procuração de plenos poderes da Formula Vee Brasil, que eu saiba a Fasp não deu procuração para ninguém, portanto, a matéria não pode ser posição da F1600, tecnicamente é mexerico da Candinha.

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    1. No título da matéria "Cut & Paste" está escrito "Membros" e não donos da F1600. Não entendo a razão do ataque a minha pessoa afirmando que não sei escrever, já que estou procurando ser o mais justo possível. Mas enfim, este é um país livre e todos têm direito a emitir suas opiniões, o que respeito.
      Já que você não tem mais nada a acrescentar, o assunto se encerra por aqui.
      E que vença o melhor para o automobilismo brasileiro!

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  5. Ialdo Belo, eu não falei que vc não sabe escrever, muito ao contrário, você deixou claro que não foi quem escreveu. quem não deve saber escrever são os tais membros, coisa que não sei o que é.

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    1. Ah bom, então vai daqui o meu mais sincero pedido de desculpas, Roberto.

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